sexta-feira, 8 de abril de 2011

HÁ RESPOSTAS PARA A TRAGÉDIA EM REALENGO?

07 de Abril de 2011 será um dia a se esquecer na memória dos cariocas, na memória dos brasileiros. Um homem de 23 anos invadiu uma escola em Realengo, bairro do Rio de Janeiro e atirou em várias crianças e até o momento matou 11, em seguida, suicidou.

Eu nem ia postar nada sobre esse assunto pois é difícil encontrar palavras e nem há muito o que se falar sobre isso. É um assunto difícil e nesse momento uma palavra errada pode se tornar antiético. E como não falar desse assunto sem deblaterar contra esse animal estúpido e desumano que praticou tais atrocidades.

Qual a motivação de tanto ódio? Por que ele fez isso? É a pergunta que a mídia faz. Por que meu Deus?? Por que Deus permitiu isso? As mães e avós gritam diante das câmeras de televisão.

Um amigo me indagou sobre o por que de Deus não impedir que este maluco cometesse tal atrocidade. Pensei um pouco e cheguei numa resposta “técnica” sobre o assunto e disse que: Algum dia, mais cedo ou mais tarde, todos vão morrer. Nem todos vão morrer de velhice ou por uma doença, mas todos de uma forma ou de outra vão morrer e no caso dessas crianças algo que deveria ocorrer no final da vida, ocorreu no começo. 

Sobre catástrofes como essa e outras, a Bíblia já nos diz em efésios: ”Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau”, ou seja, é tempo de estar fortes e resistir, é isso que tem que se fazer num momento desses: resistir e suportar.
Não creio que este seja um momento de respostas, até mesmo porque não há! É tempo de orar pelas famílias e que está perto consolá-las, se isso realmente for possível.


ECLESIASTES 3:1-8
Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu.
Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou;
Tempo de matar, e tempo de curar; tempo de derrubar, e tempo de edificar;
Tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar;
Tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar, e tempo de afastar-se de abraçar;
Tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de lançar fora;
Tempo de rasgar, e tempo de coser; tempo de estar calado, e tempo de falar;
Tempo de amar, e tempo de odiar; tempo de guerra, e tempo de paz.


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