terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Deve ser assim que os Judeus esperam Jesus hoje...

Mary Valadão e Fellipe Valadão e sua teologia da prosperidade sobre um Gizuiz de BMW



Ridículo!!! Que casal vazio!!! 



POSTAGEM DO PR. CIRO SOBRE O ASSUNTO:
Muitos estão indignados com um vídeo publicado no YouTube em que uma cantora gospel (filha do líder de uma grande igreja de Belo Horizonte-MG) e seu marido fazem afirmações fúteis a respeito do Senhor Jesus e seu ministério terreno. O rapaz chega a afirmar que o jumento montado por Jesus era uma espécie de BMW da época, e que Ele só teria nascido numa estrebaria porque não havia vagas nos hotéis!

Há uns vinte anos, mais ou menos, os pastores que priorizavam as riquezas eram duramente criticados. Hoje, líderes de grandes ministérios e seus célebres familiares — o nepotismo eclesiástico também se banalizou, nesses tempos pós-modernos — dizem, sem nenhum constrangimento, que Jesus era rico e desfrutou do bom e do melhor neste mundo. E ai dos que discordarem! Serão tachados de miseráveis, frustrados, invejosos... Isso para dizer o mínimo, pois os fãs de celebridades (que não são, evidentemente, seguidores de Jesus) costumam chamar os críticos dos seus ídolos de filhos da... (piii) ou mandá-los para p... (piii) que p... (piii), etc.


Nota-se que o jovem casal mencionado tem aprendido com quem bebeu nas fontes escuras e turvas da teologia da prosperidade. Sua “visão de Reino” é a mesma de famosos telepregadores do mercantilismo da fé, como Kenneth Copeland, Frederick Price, Benny Hinn, Morris Cerullo, Mike Murdock e John Avanzini. Todos estes asseveram que Jesus usava roupas da moda (de corte especial, sem costura), tinha uma ótima casa, grande o bastante para receber os seus discípulos. Price, inclusive, afirma que dirige um Rolls Royce porque está seguindo os passos do Mestre. Para esses telemilionários, o Senhor tinha um tesoureiro porque seu ministério arrecadava muito dinheiro!


Um único versículo bíblico colocaria por terra todas as aludidas invencionices a respeito de Jesus: Mateus 8.20. Aqui, o Senhor afirma: “As raposas têm covis, e as aves do céu têm ninhos, mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça” (Mt 8.20). Mas é bom observar a profecia de Zacarias 9.9 acerca da entrada triunfal do Rei em Jerusalém. Ao montar em um jumentinho, Jesus demonstrou a sua humilidade e a sua pobreza (2 Co 8.9; Fp 2.5-8).

Alguém poderá argumentar: “Na Bíblia não há promessa de prosperidade ao povo de Deus?” Sim. Mas a prosperidade bíblica não é reducionista; sua ênfase não recai no materialismo. 
A palavra “prosperidade”, do latimprosperus, significa “feliz, ditoso, florescente”. E, nesse sentido, a Palavra de Deus afirma: “O justo florescerá como a palmeira; crescerá como o cedro do Líbano. Os que estão plantados na Casa do SENHOR florescerão nos átrios do nosso Deus. Na velhice ainda darão frutos; serão viçosos e florescentes” (Sl 92.12-14).

Segundo a Bíblia, florescer como uma árvore significa prosperar em todos os sentidos (Sl 1.1-3) e dar muito fruto (Jo 15.1-5). Ora, uma árvore não cresce apenas para cima ou para os lados; cresce também para baixo; tem raízes. Essa é a prosperidade que o Senhor quer dar aos seus filhos: um crescimento em todas as direções. É um grande engano encarar a prosperidade material como um fim em si mesmo (Mt 6.33).


Por que a teologia da prosperidade faz tanto sucesso, atrai multidões e encontra pronta aceitação no coração das pessoas? Porque os seus propagadores, à semelhança dos falsos profetas de Israel, descobriram a mensagem que o povo quer ouvir! Em Ezequiel 13.10-19, está escrito: “andam enganando o meu povo, dizendo: Paz, não havendo paz [...] os profetas de Israel que profetizam de Jerusalém e veem para ela visão de paz, não havendo paz [...] Vós me profanastes entre o meu povo [...] mentindo, assim, ao meu povo que escuta a mentira”.


Os telepregadores da prosperidade mandam os crentes repreenderem o demônio da miséria e determinarem a sua prosperidade. Mas, em Romanos 15.26, está escrito: “Porque pareceu bem à Macedônia e à Acaia fazerem uma coleta para os pobres dentre os santos que estão em Jerusalém”. Observe que o texto menciona uma coleta para ajudar pobres dentre os santos. Não seria mais fácil para Paulo repreender o demônio da pobreza?


Jesus nunca falou dos perigos de ser pobre. Mas, por inúmeras vezes, discorreu sobre os perigos de ser rico (Mt 6.19-21; Lc 12.16-21, etc.). Em 1 Timóteo 6.8-10, encontramos as razões pelas quais alguém abandona o verdadeiro Evangelho para seguir a teologia da prosperidade: falta de contentamento, priorização das riquezas, amor ao dinheiro. Em Eclesiastes 5.10, também está escrito: “O que amar o dinheiro nunca se fartará de dinheiro; e quem amar a abundância nunca se fartará da renda; também isto é vaidade”.


É pecado ser rico? Não. Mas é perigoso. Isso porque a sensação — apenas a sensação — de que a riqueza coloca alguém numa posição superior em relação às pessoas pobres torna o crente um alvo fácil do Inimigo (1 Tm 2.9). Há uma grande probabilidade de os ricos se ensoberbecerem e se tornarem avarentos, desprezando os pobres e perdendo, com isso, a comunhão com Deus (Tg 2.9).


Quem não se contenta com o que possui, priorizando a busca de riquezas e o amor ao dinheiro, é capaz de fazer qualquer coisa para ganhar mais e mais dinheiro, até mesmo mercadejar a Palavra de Deus (2 Co 2.17, ARA). A avareza é uma espécie de idolatria (Ef 5.5), e nenhum idólatra entrará no Reino de Deus (1 Co 5.11; Ap 21.8). O amor ao dinheiro é a raiz de todos os males.

O dinheiro, em si, é necessário para a nossa manutenção. Contudo, existe o perigo de o chamado “vil metal” ocupar o primeiro lugar em nosso viver. E isso tem acontecido na vida de alguns líderes e pregadores, que, pelo dinheiro, são capazes até de negar “o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição” (2 Pe 2.1).


De acordo com a Palavra de Deus, os falsos mestres, cuja motivação é o dinheiro, são capazes de fazer, por avareza, “negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita” (2 Pe 2.3). E não é isso que vemos em nossos dias? Os falsos mestres estão por aí vendendo as suas “indulgências”, pregando um evangelho falso, centrado no “ter”.

Que Deus nos guarde! Façamos a sábia oração de Agur: “não me dês nem a pobreza nem a riqueza; mantém-me do pão da minha porção acostumada; para que, porventura, de farto te não negue e diga: Quem é o SENHOR? Ou que, empobrecendo, venha a furtar e lance mão do nome de Deus” (Pv 30.7-9).


Não ambicionemos, pois, as coisas altas (Rm 12.16). Não tenhamos como referenciais as celebridades gospel, pois elas, em sua maioria, não têm compromisso com a Palavra de Deus. Sigamos o conselho da Palavra do Senhor: “Sejam os vossos costumes sem avareza, contentando-vos com o que tendes; porque ele disse: Não te deixarei, nem te desampararei” (Hb 13.5). E ainda: “Aquele que tem o olho mau corre atrás das riquezas, mas não sabe que há de vir sobre ele a pobreza” (Pv 28.22).


Quantos podem dizer “amém”?


Ciro Sanches Zibordi [
http://cirozibordi.blogspot.com/2012/01/jesus-e-bmw.html]

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Sugestões para 2012 - por Ed René Kivitz


SUGESTÕES PARA 2012:

#1 Não assuma compromissos do tipo “vou iniciar uma dieta”, “vou começar alguma atividade física”, “vou terminar o curso de inglês”. Esse tipo de coisa serve apenas para acumular culpa e frustração sobre os seus ombros. 

#2 Não acredite nesse pessoal que diz que “sem meta você não vai a lugar nenhum”. Pergunte a eles por que, afinal de contas, você tem que ir a algum lugar. Trate esses “lugares futuros imaginários” apenas como referência para a maneira como você vive hoje – faça valer a caminhada: se você chegar lá, chegou, se não chegar, não terá do que se arrepender. A felicidade não é um lugar aonde se chega, mas um jeito como se vai. 

#3 Não pense que você vai conseguir dar uma guinada na vida apenas mudando o seu visual. É a alegria do coração que dá beleza ao rosto, e não a beleza do rosto que dá alegria ao coração. 

#4 Não faça nada que vá levar você para longe das suas amizades verdadeiras. Amizades levam um tempão para se consolidar e um tempinho para esfriar, pois assim como a proximidade gera intimidade, a distância fragiliza os vínculos. 

#5 Não fique arrumando desculpas nem explicações para as suas transgressões. Quando cometer um pecado, assuma, e simplesmente diga “fiz sim, me perdoe”. Comece falando com Deus e não pare de falar até que tenha encontrado a última pessoa afetada pelo que você fez. 

#6 Não faça nada que cause danos à sua consciência. Ouça todo mundo que você confia, tome as suas decisões, e assuma as responsabilidades. Não se importe em contrariar pessoas que você ama, pois as que também amam você detestariam que você fosse falso com elas ou se anulasse por causa delas. 

#7 Não guarde dinheiro sem saber exatamente para que o está guardando. Dinheiro parado apodrece e faz a gente dormir mal. Transforme suas riquezas em benefícios para o maior número de pessoas. É melhor perder o dinheiro que ocupa seu coração, do que o coração que se ocupa do dinheiro. 

#8 Não deixe de se olhar no espelho antes de dormir. Caso não goste do que vê, não hesite em perder a noite de sono para planejar o que vai fazer na manhã seguinte. Ao se olhar no espelho ao amanhecer, lembre que com o sol chega também a misericórdia de Deus: a oportunidade de começar tudo de novo. 

#9 Não leve mágoas, ressentimentos e amarguras para o ano novo. Leve pessoas. Sendo necessário, perdoe ou peça perdão. Geralmente as duas coisas serão necessárias, pois ninguém está sempre e totalmente certo. Respeite as pessoas que não quiserem fazer a mesma viagem com você. 

#10 Não deixe de se perguntar se existe um jeito diferente de viver. Não acredite facilmente que o jeito diferente de viver é necessariamente melhor do que o jeito como você está vivendo. Concentre mais energia em aprender a desfrutar o que tem do que em desejar o que não tem. 

#11 Não deixe o trabalho e a religião atrapalharem sua vida. Cante sozinho. Leia poesias em voz alta. Participe de rodas de piada. Não tenha pressa de deixar a mesa após as refeições. Pegue crianças no colo. Ande sem relógio. Fuja dos beatos. 

#12 Não enterre seus talentos. Nem que seu único tempo para usá-los seja da meia noite às seis. Ninguém deve passar a vida fazendo o que não gosta, se o preço é deixar de fazer o que sabe. Útil não é quem faz o que os outros acham importante que seja feito, mas quem cumpre sua vocação. 

#13 Não crie caso com a mulher ou com o marido. Nem com o pai nem com a mãe. Nem com o irmão nem com a irmã. Caso eles criem com você, faça amor, não faça a guerra. O resto se resolve. 

#14 Não jogue fora a utopia. Ninguém consegue viver sem acreditar que outro mundo é possível. Faça o possível e o impossível para que esse outro mundo possível se torne realidade. 

#15 Não deixe a monotonia tomar conta do seu pedaço. Ninguém consegue viver sem adrenalina. Preste bastante atenção naquilo que faz você levantar da cama na segunda-feira: se for bom apenas para você, jogue fora ou livre-se disso agora mesmo. Caso não queira levantar da cama na segunda-feira, grite por socorro. 

#16 Não deixe de dar bom dia para Deus. Nem boa noite. Mesmo quando o dia não tiver sido bom. Com o tempo você vai descobrir que quem anda com Deus não tem dias ruins, apenas dias difíceis. 

#17 Não negligencie o quarto secreto onde você se encontra com seu eu verdadeiro e com Deus – ou vice-versa. Aquele quarto é o centro do mundo – o mundo todo cabe lá dentro, pois na presença de Deus tudo está e tudo é. 

#18 Não perca Jesus de vista. Não tente fazer trilhas novas, siga nos passos dEle. O caminho nem sempre será tão confortável e a vista tão agradável, mas os companheiros de viagem são inigualáveis. 

#19 Não caia na minha conversa. Aliás, não caia na conversa de ninguém. Faça sua própria lista. Escolha bem seus mestres e suas referências. Examine tudo. Ouça seu coração – geralmente é ali que Deus fala. Misture tudo e leve ao forno. 

#20 Não fique esperando que sua lista saia do papel. Coloque o pé na estrada. Caso não saiba por onde começar, não tem problema. O sábio disse ao caminhante que “não há caminho, faz-se caminho ao andar”

Ed Rene Kivitz (http://edrenekivitz.com/blog/)

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

JESUS - Um messias na rua


Ela dará à luz um filho e lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos pecados deles."

(Mt 1.18-25)



Natal é recordação, e mesmo atualização da obra que o Filho de Deus ao nascer entre nós veio realizar. É também uma recordação permanente do papel fundamental da mulher e da criança na obra da Salvação.

Primeiro, Maria, uma mulher simples, ocupa um papel de destaque na história da Salvação, lugar antes reservado a profetas e reis, quase sempre homens.

Por outro lado, o relato deixa claro que ainda assim ela é vulnerável, pois sua gravidez é posta em suspeita, os homens tinham de legitimá-la. Se não fosse a intervenção do anjo, Maria teria permanecido rejeitada. Aqui fica claro que a Salvação começa por restabelecer a dignidade da maternidade.

A situação da gravidez de Maria segue sendo uma denúncia por não dispor de condições mínimas de segurança. O risco corrido por Maria de estar só e sem recursos segue sendo a situação de fragilidade e marginalidade que muitas mães vivem nas ruas de nossas cidades. Homens que não assumem a paternidade são mais frequente do que desejaríamos. Apenas ocasionalmente uma ou outra mulher consegue na justiça que um ou outro homem assuma sua responsabilidade.

Na verdade, o risco que Maria correu é o drama real de muitas mulheres. Com Maria o socorro de Deus veio nas expressões da mensagem do anjo de Deus. Onde estão hoje os anjos de Deus? Cabe à Igreja servir de mensageira de Deus às mulheres que solitárias dão à luz a seus filhos, algumas nas ruas de nossas cidades. Dessa forma é que entendemos Jesus como Salvador, aquele que nos envia para salvar o povo de seus pecados, ou seja, de suas misérias, injustiças, impiedades. Sim, resgatar da solidão da miséria é ajudar as pessoas a conhecerem Jesus e nele a Salvação.

Em segundo lugar, sobre uma criança, o menino Jesus, começa a se construir o sonho de Deus, aquele que como disseram os anjos aos pastores: "...eis aqui vos trago boa nova (Evangelho) de grande alegria, que o será para todo o povo." Jesus, o menino, é sinônimo de boa nova, de grande alegria. E assim também é o nascimento dos nossos filhos: é uma grande alegria acolher a chegada de uma criança, para isso nós preparamos: o ambiente, o melhor possível, o enxoval, roupas e outros utensílios, preparados em cada família quando está para nascer uma criança. A acolhida do Filho de Deus deveria ser festejada pelo povo de Israel, e recordada por nós. Deus ouviu o clamor de seu povo e lhe deus o Messias, ou, como disse Simeão, a Salvação de Deus, Redenção de Jerusalém. Mas não foi assim, o menino nascido de Deus, por sua serva Maria, foi quase rejeitado pelo pai. Além disso, foi ordenada sua morte ainda quando criança, pelo rei Herodes. E, finalmente, não havia lugar para ele, nem na estalagem. Assim, o nascimento de Jesus, além de trazer o sonho de Deus, traz denúncia ao descaso com as crianças.

Muitas das nossas crianças são mortas nas ruas das nossas cidades, fruto da violência que se instaurou ao nosso redor, mortes planejadas e ordenadas pelos novos Herodes. Até quando Senhor??? São nas ruas do Centro do Rio ou nas periferias e lugares, por todo lado vemos crianças a nos anunciar, recordar: Nasceu de novo Jesus. E do mesmo modo não há lugar para a Maria de Jesus dar à luz a sua criança. Sem lugar, sem nome, e algumas sem pai e sem mãe. Até quando Senhor???

Sim, não havia lugar para Jesus em Israel. Difícil ironia: o tão esperado não encontra lugar. Por quê? Porque o rei queria conservar seu poder seus acordos com Roma, porque a ordem social e econômica que ele organizara seria confundida.Não havia lugar para Jesus na própria religião judaica, pois os sacerdotes e escribas em sua teologia não tinham lugar para um Messias como ele. O padrão teológico da religião judaica era estranho para o padrão de Jesus: seu nascimento, suas companhias, seus discípulos, em tudo se diferenciava dos religiosos. Finalmente, não havia lugar para Jesus na vida das pessoas: os desafios pessoais apresentados por Jesus foram rejeitados por muitos; o exemplo do jovem rico, que se afasta, recusando dar o que tem aos pobres e segui a Jesus, ilustra os termos claros da boa nova: trata-se de compromisso exclusivo com Jesus, perdão e justiça aos que nEle creem, especialmente os pobres, pois, afinal, a maioria dos ricos já tem a sua consolação.

Assim. O Natal deve ser um momento de pensarmos nos anúncios que ele traz, e também as denúncias que ele sublinha. Quando estivermos fazendo nossas compras, pensemos nos verdadeiros sentidos no Natal, falemos ao derredor: Natal é mais do que estas vitrines, presentes. É verdade que já sabemos, mas não e verdade que anunciamos o que sabemos. Tampouco vamos permitir que nosso Natal ocorra somente entre quatro paredes; vamos tirar nossa festa de dentro de casa, de dentro do templo, e vamos colocá-la nas ruas, como fazem os comerciantes. Sim, sejamos criativos. Levemos o Natal para a praça, preparemos uma cantata, algo diferente. Vamos incomodar, no bom sentido, o povo; vamos chegar junto das pessoas nas ruas. Sim, preparemos a festa para todos, pois Jesus é a boa nova de alegria para todo o povo! ALELUIA!



Bispo Paulo Lockmann

Bispo da Igreja Metodista (1ª Região)

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

UMA MENSAGEM BEM BRASILEIRA - O NASCIMENTO DE JESUS, UM CORDEL SOBRE O NATAL

MENSAGEM DE NATAL EM FORMATO DE CORDEL. 
BRASILEIRA, PURA, DIVERTIDA E PEDAGÓGICA.



Nota 10000!!! 
As informações e opiniões postadas no Blog Fé & Razão não correspondem às opiniões e idéias de pessoas ligadas a mim nem de minha Igreja