terça-feira, 16 de agosto de 2011

O QUADRILÁTERO WESLEYANO


O Quadrilátero Wesleyano é uma teoria que é creditada a John
Wesley, um dos líderes do movimento Metodista da Igreja Protestante
no século dezoito. É designado a servir aos cristãos, mas suas idéias
básicas podem ser aplicadas virtualmente a qualquer um.
O Quadrilátero diz que existem quatro autoridade, que nós
podemos usar, para tomarmos decisões: -- a Bíblia, a Razão, a Tradição,
e a Experiência – explicando-as como segue:

1 - A BÍBLIA:
Assumindo que existe o Deus teísta (Onisciente,
Onipresente e Benevolente), o curso lógico de ação seria fazer o que
quer que Ele diga. Ele é Deus, portanto, Ele pode dizer o que Ele quiser,
até mesmo, se o que Ele afirma parece contradizer a lógica. Se existe
alguma espécie de divindade superior, alguma forma de revelação
especial que seja recebida dele deverá ser tratada com a máxima
autoridade, uma vez que ela vem do ser que criou a própria lógica.

2 - RAZÃO: 
A maioria das pessoas na sociedade provavelmente
usaria a razão, antes da revelação; mas fazer desta forma seria ilógico.
Na sua forma mais básica, a lógica não é nada mais do que distinguir o
que é verdade e o que não é. Deus é necessariamente a verdade absoluta,
então (novamente), qualquer coisa que Ele diga tomaria o lugar do
entendimento de lógica humana, porque Sua verdade seria mais
verdadeira que as nossas. Na maioria dos casos, não existe conflito entre
Deus e a lógica, de maneira que não há necessidade de escolher entre os
dois.

3 - TRADIÇÃO: 
Embora a tradição seja raramente o fator
determinante em um argumento, ela nunca deverá ser desconsiderada
simplesmente porque é tradição. Tradição, costumes, e crenças
históricas existem por alguma razão, e, embora, algumas vezes, se prove
que esta razão está errada, ela é freqüentemente válida. Tradições de
uma igreja ou sociedade podem fornecer suporte para uma posição ou
crença, mas elas nunca deverão ser usadas como um argumento
autônomo.

4 - EXPERIÊNCIA: 
A experiência pessoal pode ser difícil de usar
em um argumento, porque é virtualmente impossível prová-las, no diaa-
dia, depois que elas acontecem. No entanto, alguém pode dizer: 'Os
poodles não podem voar – (a) Eu nunca os vi voando –(b) ninguém que
eu saiba os viu voando; e – (c) Eles não têm asas ou foguete, e vi
poucas coisas que podem voar, sem asas ou foguetes'. Não existe
necessidade de recorrer à tradição, razão, ou revelação para se chegar a
tal conclusão. Assim como a tradição, embora a experiência muito
freqüentemente possa apenas fornecer suporte para um argumento.




A idéia de um Quadrilátero é executada em todas aquelas quatro
partes que estão ligadas. De maneira ideal, uma afirmação ou
proposição concordaria com todas as quatro partes, mas a revelação
toma a precedência absoluta. A razão vem em seguida; a tradição e a
experiência seguem de perto. Ou se você preferir, as experiências das
pessoas no passado.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Bispo da Universal expulsa pastor do "saco raspado"

"... você vai pra casa da mulher tomar banho de piscina rapaz??? ..."  
 "... dito pelo não dito você vai procurar trabalho! Você entendeu rapaz ? Pode sair!..."


Essa é de uns 2 anos atrás, mas é interessante ver como se procede uma reunião de pastores, a praticidade como se apuram os fatos e se expulsa o pastor que, por causa do "saco raspado" - como disse o Bispo - foi comprovado o adultério.

 


BOTA NA FICHA!!!!
REGIONAL  DE JABUTICABAL!!!


Certamente adultério é um pecado e o tal pastor mereceu o desligamento. Mas será que ele foi devidamente preparado para o cargo? Será que houve um programa de orientação vocacional? E agora vão jogá-lo na sarjeta sem a oportunidade de ele se restaurar?


Felipe O. Almada (não depilado)






MALAFAIA REBATE CRÍTICAS

Pastor responde as críticas que recebeu sobre a oferta de R$911

No último sábado o Programa Vitória em Cristo apresentado por $ila$ Malafaia recebeu o pastor Morris Cerullo que após fazer uma revelação sobre “um tempo extraordinário de Deus” pediu aos telespectadores que ofertassem para a Associação que produz o programa uma oferta especial de R$911 reais.
Diante do pedido, inúmeras pessoas começaram a criticar o ministério do líder da Assembléia de Deus Vitória em Cristo que nesta quarta-feira, 3, resolveu se manifestar através do Twitter para responder a essas acusações.

“As maiores críticas que recebo em relação a ofertas não são dos não evangélicos e sim dos evangélicos miseráveis, que não creem na lei da liberalidade”, disse Malafaia.

Ele também exemplificou seus dizeres dizendo que 20% das pessoas que mandaram ofertas depois do pedido do pastor Morris Cerullo não são evangélicos e pede para que os críticos leiam o livro de Marcos, capítulo 4 e versículo 26 que fala sobre a Lei da Semeadura.

Para justificar o pedido de ajuda financeira, o pastor da Advec explica os diversos destinos que o dinheiro arrecado recebe. “Temos 5h de TV por dia em rede nacional no Brasil, sendo que 2h oferecemos para outros ministérios gratuitamente. Exibimos o programa de TV, que possui mensagens evangelísticas, dublado em inglês para mais de 200 nações”, diz.

Malafaia também escreve que mais de 1 bilhão de pessoas no planeta podem assistir ao programa graças as ofertas que recebem. Além disso, ele explica outros projetos que recebem ajuda financeira dos telespectadores de seu programa.

“Para os incrédulos se morderem, tem mais! Fazemos cruzadas evangelísticas no Brasil e um grandioso trabalho social, tais como: Patrocinamos trabalhos de recuperação de viciados em drogas, apoio a mulheres com gravidez indesejada, ensino profissionalizante para presidiários, reforço escolar para crianças de baixa renda, creches para menores de idade em áreas carentes, ajuda a missionários, etc etc etc.”

Fonte: Gospel Prime

**** É muita cara de pau!!!! O cara justifica a tal oferta alegando que por causa delas mais de 1 bilhão de pessoas assiste ao seu programa, por um acaso isso é vantagem alguma ??? Vantagem pro reino de Deus??? De forma alguma!!! É vantagem pro $ilas, pra marca dele, pros produtos dele, pra loja dele, pra imagem dele, pra influência dele. Só!!!
        Outra justificativa que alega para tamanha oferta é o fato de fazer obras assistenciais... há quem diga que são pouquíssimas tais obras assistenciais, além disso caro leitor, se esse é um dos objetivos das oferta, que se diga abertamente no programa que é para obras assistenciais... que diga que a pessoa vai estar ofertando 911 reais sem perspectiva de receber nada em troca senão a sensação de ter ajudado o próximo.  Mas no tal programa se pede a oferta para comprar uma tal bênção extraordinária por 911 reais... algo que Deus simplesmente dá de graça a todos os que crêem. A benção de Deus não se vende, é gratuita , parem de dar dinheiro pro Malafaia!!! Acorda Igreja!!!!

Felipe O. Almada


quarta-feira, 3 de agosto de 2011

UM EVANGELHO ESCANDALOSO por Paul Washer


“Não me envergonho do Evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego.” Romanos 1:16

Paulo, na carne, tinha razões para se envergonhar do Evangelho que pregava, porque contradizia tudo o que se cria ser verdadeiro e sagrado entre os seus contemporâneos. Para os judeus, o Evangelho era a pior blasfêmia porque reivindicava que o Nazareno que morreu amaldiçoado no Calvário era o Messias. Para os gregos, era o pior absurdo porque reivindicava que este Messias Judeu era Deus feito carne. Assim, Paulo sabia que quando abrisse a boca para falar o Evangelho, seria completamente rejeitado e ridicularizado, desprezado, a menos que o Espírito Santo interviesse e se movesse nos corações e mentes dos seus ouvintes. Nos nossos dias, o Evangelho primitivo não é menos ultrajante, pois ainda contradiz os princípios, ou os “-ismos”, da cultura contemporânea: o relativismo, o pluralismo e o humanismo.

NÃO É TUDO RELATIVO

Vivemos na era do Relativismo – um sistema de crenças baseado na absoluta certeza de que não há absolutos. Hipocritamente aplaudimos homens que buscam a verdade, mas executamos em praça pública qualquer um que seja arrogante o suficiente para acreditar que a encontrou. Vivemos numa era de trevas auto-impostas, e a razão disso acontecer é clara. O homem natural é uma criatura decaída, é moralmente corrupto, obstinado na sua autonomia (i.e.,no seu auto-governo). Odeia a Deus porque Ele é Justo, e odeia as Suas leis porque censuram e restringem a sua maldade. Ele odeia a verdade porque revela o que ele realmente é. Ele quase acaba com o que ainda permanece na sua consciência. Portanto, o homem decaído busca empurrar a verdade – especialmente a verdade sobre Deus – para o mais longe possível. 

Ele vai até onde for preciso para suprimir a verdade, mesmo a ponto de fingir que tal coisa não existe ou que, se existe, não pode ser conhecida nem ter alguma coisa a ver com as nossas vidas. Não é Deus que se esconde, é o homem. O problema não é o intelecto, é a vontade. Como um homem que esconde a sua cabeça na areia para evitar o ataque de um rinoceronte, o homem moderno nega a verdade de um Deus justo e os Seus absolutos morais, na esperança de silenciar a sua consciência e de esquecer o julgamento que ele sabe ser inevitável. O Evangelho cristão é um escândalo para o homem e para a sua cultura, porque faz a única coisa que ele mais quer evitar – desperta-o do seu auto-imposto “sono” para a realidade da sua situação decaída, da sua rebelião; chama-o à rejeição da sua autonomia e à submissão a Deus, através do arrependimento e fé em Jesus Cristo.

NÃO ESTÃO TODOS CORRETOS

Vivemos numa era de Pluralismo – um sistema de crenças que põe fim à verdade, declaran do que tudo é verdade, especialmente no que diz respeito à religião. Pode ser difícil para o cristão contemporâneo entender, mas os cristãos que viveram nos primeiros séculos da fé foram marcados e perseguidos como se fossem ateus. A cultura que os envolvia estava imersa em teísmo. O mundo estava cheio de imagens de deuses, a religião era um negócio crescente. Os homens não só toleravam os deuses uns dos outros, como também os trocavam e partilhavam. O mundo religioso ia muito bem até chegarem os cristãos e declararem que “deuses feitos com as mãos não são deuses.” Eles negaram aos Césares as honras que eles exigiam, recusaram dobrar os joelhos aos outros ditos “deuses”, e confessaram Jesus apenas como Senhor de tudo. O mundo inteiro assistiu boquiaberto a tal arrogância e reagiu com fúria contra a intolerável intolerância dos cristãos à tolerância.

Este mesmo cenário abunda no nosso mundo hoje em dia. Contra toda a lógica, dizem-nos que todas as posições em relação à religião e moralidade são verdadeiras, não importa quão radicalmente diferente se contraditórias possam ser. O aspecto mais espantoso de tudo isto é que, através dos incansáveis esforços da mídia e do mundo acadêmico, isto rapidamente se tornou a opinião da maioria. Contudo, o pluralismo não lida com o problema nem cura a maleita. Apenas anestesia o paciente para que já não sinta nem pense mais. O Evangelho é um escândalo porque despertao homem do seu sono e recusa-se a deixá-lo descansar numa base tão ilógica. Força-o a chegar a alguma conclusão – “Até quando vão coxear entre dois pensamentos? Se o SENHOR é Deus, sigam-no; mas se é Baal, sigam-no.”

O verdadeiro Evangelho é radicalmente exclusivo. Jesus não é “um” caminho, mas “o” caminho.3 E todos os outros caminhos não são o caminho. Se o cristianismo desse mais um pequeno passo que fosse no sentido de um ecumenicalismo mais tolerante, e trocasse o artigo definido “o” pelo artigo indefinido “um”, o escândalo desapareceria; o mundo e o cristianismo podiam ser amigos. Contudo, quando isto acontecer, o cristianismo deixou de ser cristianismo. Cristo é negado e o mundo fica sem Salvador.

O HOMEM NÃO É A MEDIDA

Vivemos numa era de Humanismo. Nas últimas décadas, o homem tem lutado para expurgar Deus da sua consciência e da sua cultura. Derrubou todos os altares visíveis ao “Único Deus Vivo” e ergueu monumentos para si mesmo, com o zelo de um religioso fanático.Fez de si próprio o centro, a medida e o fim de todas as coisas. Louva o seu mérito inato, exige honra à sua auto-estima e promove a sua auto-satisfação e auto-realização como o maior bem. Justifica a sua consciência culpada com os resquícios de uma antiquada religião de culpa. Procura livrar-se de qualquer responsabilidade pelo caos moral que o envolve, culpando a sociedade, ou pelo menos a parte da sociedade que ainda não atingiu o seu nível de entendimento. A mínima sugestão de que a sua consciência pudesse estar certa no seu testemunho contra ele, ou que ele pudesse ser responsável pelas quase infinitas doenças que há no mundo, é impensável. Por este motivo, o Evangelho é um escândalo para o homem decaído, pois expõe a sua ilusão acerca de si mesmo e convence-o da sua situação decaída e da sua culpa. Esta é, essencialmente, a “primeira ação” do Evangelho; é por isso que o mundo detesta tanto a pregação do verdadeiro Evangelho. Arruína a sua festa – estraga prazeres – destrói a sua fantasia e expõe que “o rei vai nu”.

As Escrituras reconhecem que o Evangelho de Jesus Cristo é uma “pedra de tropeço”4 e “loucura” para os homens, em todas as gerações e culturas. Contudo, tentar remover o escândalo da mensagem é invalidar a cruz de Cristo e o seu poder salvador. Temos que entender que o Evangelho não apenas é escandaloso, mas que é suposto que o seja!Através da loucura do Evangelho, Deus destruiu a sabedoria dos sábios, frustrou a inteligência das grandes mentes e abateu o orgulho de todos os homens, para que no fim nenhuma carne se possa gloriar na Sua presença, mas como está escrito: “Aquele que se gloria, glorie-se no Senhor.”

O Evangelho de Paulo não só contradizia a religião, a filosofia e a cultura dos seus dias, mas declarava-lhes guerra. Recusava tréguas ou tratados com o mundo e satisfazia-se com nada menos do que absoluta rendição da cultura ao senhorio de Jesus Cristo. Fazemos bem em seguir o exemplo de Paulo. Temos que ser cuidadosos para evitar qualquer tentação de conformarmos o nosso Evangelho às modas de hoje ou aos desejos de homens carnais. Não temos o direito de deturpar, de suavizar a sua ofensa nem de civilizar as suas exigências radicais, para o tornarmos mais atraente a um mundo caído ou a carnais membros de igrejas.

As nossas igrejas estão cheias de estratégias para serem mais “agradáveis”, pondo o Evangelho noutra embalagem, removendo a pedra de tropeço e amaciando o gume da espada, para ser mais aceitável aos homens carnais. Devemos ser sensível ao que busca, mas devemos perceber que: há só Um que busca e este é Deus. Se nos esforçamos para fazer nossas igrejas e mensagens confortáveis, façamos confortáveis para Ele. Se queremos erguer uma igreja ou ministério, vamos fazê-lo com uma paixão por glorificar a Deus e com um desejo de não ofender a Sua glória. Não importa o que o mundo vai pensar de nós! Não buscamos honras na terra, mas a honra do céu deve ser o nosso desejo.
 
Por Paul Washer | HeartCry Magazine Nov-Dez 2008, nº59, “AscandalousGospel”

Malafaia e Cerullo novamente – PAREM A “IGREJA” QUE EU QUERO DESCER

Na prefeitura de uma certa cidade, quando o prefeito quer negar os pedidos da população ele pede para que seus secretários o façam em seu lugar para que não fique mal para ele. Isso é mais ou menos o que o Malafaia faz ao chamar Cerullo para vir pedir dinheiro em seu lugar.  Não passa de teatro, acordo de camaradagem, fogo estranho...
NÃO CLIQUE E NÃO PARTICIPE


Me dá nojo, vontade de vomitar, asco ao ver essa dupla mais uma vez vendendo as bênçãos gratuitas de Deus, desta vez por 911 reais. Que teatrinho ridículo, que cena bizarra. Enquanto o Sr. Cerullo está desacreditado e sem moral nos EUA devido a processos movidos contra ele referentes à calotes financeiros e falsas profecias, vem até o Brasil como profeta e juntamente com Malafaia dão uma aula de charlatanismo.

Durante o vídeo, Cerullo numa pregação auto-messiânica alega que o próprio Deus foi quem disse para ele vir ao Brasil, veja bem, o próprio Deus!! A fim de liberar sobre o Brasil uma bênção que Deus deu a ele para que por sua vez essa bênção fosse liberada ao Brasil. Ele seria tipo um anjo. E a tal bênção é: discernimento, visão espiritual e , é obvio, multiplicação financeira. Mas não se anime Brasil, há um ônus!! Obvio! Evidente!!!! Lá vem o golpe: essa bênção seria para quem fizesse uma oferta de 911 reais e ganharia além da tal bênção, uma bíblia nova do Cerullo.

PÁRA A “IGREJA” QUE EU QUERO DESCER!!!!! Sinceramente, me dá nojo ver isso. Que ceninha boba, se percebe o quanto Malafaia está tenso durante a filmagem pois ele não pára de balançar as pernas, de se mexer na cadeira, pois, certamente, no fundo, no fundo ele sabe que não está certo e que haveria uma pequena repercussão negativa do tal vídeo, parece que ele não via a hora de acabar. O pior é o senso teatral do tal Cerullo que até finge um choro sem derramar nenhuma lágrima e uma “unção do riso”... que voz ridícula desse senhor, na fala dele se percebe a teatralidade. E a todo do momento alega ter recebido palavras e ordenanças direto de Deus para o Brasil. Colocando Deus no meio disso tudo, se sacraliza seu pedido, o que  leva as pessoas a realmente pensarem ser da parte de Deus, o que não é. Evidente.

Acorda Brasil, parem de dar dinheiro pro Malafaia e suas contas sem pagar. Ou então, se quer ofertar, quer seja R$ 10,00 ou R$ 100,00 ou R$ 911,00, oferte na sua igreja local, pois é aí nesse altar que você chora, que você ora e congrega. Mas o faça por amor a obra e não por querer algo em troca, pois quando deus quer te abençoar até mesmo financeiramente Ele não vai precisar do seu dinheiro.
Portanto, já passou da hora de a igreja ter entendimento e parar de padecer.

9 Mas os que querem tornar-se ricos caem em tentação e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, as quais submergem os homens na ruína e na perdição.
10 Porque o amor ao dinheiro é raiz de todos os males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores. 
1 Timoteo 6

Em Cristo, que não vende bênçãos,

Felipe Oliveira Almada


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